Mais um
Mais uma...
Mais e mais
Olho pra trás
Vejo o que fui
Vejo o que almejo
Vejo, vejo, Saudades
E adiante
O que posso ser
O que já deixei de ser
O que não sei
O novo
De novo, o novo.
Ano novo, eu, de novo.
Com mais brilho nos olhos
Com mais um numero na idade
Mais responsabilidade
Mais e menos, ao menos lincados
Interligados.
Que cada amanhã seja novo, intenso e único
2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Trato
Outra metade, gritou a saudade
Sentou-se do lado.
Formou um tratado.
Trato é trato, não despreze
Dizia o trato...
Casa comigo,
Morre comigo
Um bocado de abrigo
Sorrio leve, não grito
Junto com o tratado
Vinha o perigo, dobrado
Cada não dito por ti
Dobrava a saudade em mim
E trato é trato!
Não esqueça da saudade
Saudade danada dela,
Saudade daquelas pernas
Tive o trato rasgado, dizia minha saudade
A gente merecia ser feliz
A gente deveria ser feliz
Mas agora é só vontade...
Vivo da necessidade
De te querer só pra mim
Essa saudade me diz
Que não quer ser feliz
Não sou mais feliz
[Criado em parceria com Ay Chastinet e Maiara Cerqueira]
Sentou-se do lado.
Formou um tratado.
Trato é trato, não despreze
Dizia o trato...
Casa comigo,
Morre comigo
Um bocado de abrigo
Sorrio leve, não grito
Junto com o tratado
Vinha o perigo, dobrado
Cada não dito por ti
Dobrava a saudade em mim
E trato é trato!
Não esqueça da saudade
Saudade danada dela,
Saudade daquelas pernas
Tive o trato rasgado, dizia minha saudade
A gente merecia ser feliz
A gente deveria ser feliz
Mas agora é só vontade...
Vivo da necessidade
De te querer só pra mim
Essa saudade me diz
Que não quer ser feliz
Não sou mais feliz
[Criado em parceria com Ay Chastinet e Maiara Cerqueira]
domingo, 25 de dezembro de 2011
Transmutei
Não, não pude negar
Em meio ao breu
Aquilo que eu pude enxergar
Era o brilho do seu olhar
Havia um silencio pairando no ar
Os segundos eram anos
Passando sem se notar
Comecei a te tocar
Cada toque um mundo
Cada mundo um novo olhar
Em um minuto
Minha alma foi ao seu olhar
Teletransportei-me
Trasmutei-me
Transformei e notei
Que éramos um.
Em meio ao breu
Aquilo que eu pude enxergar
Era o brilho do seu olhar
Havia um silencio pairando no ar
Os segundos eram anos
Passando sem se notar
Comecei a te tocar
Cada toque um mundo
Cada mundo um novo olhar
Em um minuto
Minha alma foi ao seu olhar
Teletransportei-me
Trasmutei-me
Transformei e notei
Que éramos um.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Meu, seu, nosso.
Roço, coço, acocho
Toque forte, arrepio
Frio na espinha
Seu e meu.
Mordo, aperto, prenso
Parede, músculo
Sexo com sexo
Nós.
Uivo, sussurros
Ofegantemente
Acende meu fogo
Incessantemente
Suor, calor
Penetro a intenção
Ação, a-a-ção
Ah!!! ... Eu suspiro
Toque forte, arrepio
Frio na espinha
Seu e meu.
Mordo, aperto, prenso
Parede, músculo
Sexo com sexo
Nós.
Uivo, sussurros
Ofegantemente
Acende meu fogo
Incessantemente
Suor, calor
Penetro a intenção
Ação, a-a-ção
Ah!!! ... Eu suspiro
sábado, 17 de dezembro de 2011
Epitáfio
Devia, queria, podia...
Mas não fiz!
Quis, busquei ser feliz
Não coube, não cabia
Não dei atenção a quem chegava
Ignorei quem partia
Troquei a noite pelo dia
Não observei quanto custava
Me enchi no meu vazio
Me perdi
Me aqueci
Te aqueci no meu frio
Fui o que não sei
Sei que não sei
Não sei que não
Não que sei não...
Nada perde-se
Apreende-se
Apetece
Carece
Mas não fiz!
Quis, busquei ser feliz
Não coube, não cabia
Não dei atenção a quem chegava
Ignorei quem partia
Troquei a noite pelo dia
Não observei quanto custava
Me enchi no meu vazio
Me perdi
Me aqueci
Te aqueci no meu frio
Fui o que não sei
Sei que não sei
Não sei que não
Não que sei não...
Nada perde-se
Apreende-se
Apetece
Carece
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Pra que tanto amor?
Nunca se disse tanto essa palavrinha de quatro letras.
Será pela necessidade individual de atenção?
Será pela falta de um carinho específico, um toque, um olhar?
O amor é intrínseco...
Se ele existe mesmo, não necessitaria ser tão exacerbadamente citado.
Gasta...
Ficamos parecendo fies, clamando o nome do Senhor.
[Nada contra fies e nada contra o Senhor]
O que se vê cada vez mais é uma galera aparentemente segura de seu desapego com relacionamentos. E que ao mesmo tempo se mostra confusa, insegura e insatisfeita com os acontecimentos que elas mesmas provocam.
Contradição.
O tempo todo, todo tempo.
Aí as coisas perdem sentido, perdem seu real valor.
O que é amar então?
Pra que essa necessidade de amar?
E será que não existe uma pessoa que não tenha o direito de não querer ninguém...? Nem que seja por um tempo...
Sinceramente...
Confusões a parte, eu, sei que o amor ta em algum lugar guardado em mim. Se é mesmo que ele existe.
Mas ele é muito além da própria necessidade de querer-lo...
Está além dos gritos desesperados, dos que clamam por ele. Está além das palavras...
Esta além...
Será pela necessidade individual de atenção?
Será pela falta de um carinho específico, um toque, um olhar?
O amor é intrínseco...
Se ele existe mesmo, não necessitaria ser tão exacerbadamente citado.
Gasta...
Ficamos parecendo fies, clamando o nome do Senhor.
[Nada contra fies e nada contra o Senhor]
O que se vê cada vez mais é uma galera aparentemente segura de seu desapego com relacionamentos. E que ao mesmo tempo se mostra confusa, insegura e insatisfeita com os acontecimentos que elas mesmas provocam.
Contradição.
O tempo todo, todo tempo.
Aí as coisas perdem sentido, perdem seu real valor.
O que é amar então?
Pra que essa necessidade de amar?
E será que não existe uma pessoa que não tenha o direito de não querer ninguém...? Nem que seja por um tempo...
Sinceramente...
Confusões a parte, eu, sei que o amor ta em algum lugar guardado em mim. Se é mesmo que ele existe.
Mas ele é muito além da própria necessidade de querer-lo...
Está além dos gritos desesperados, dos que clamam por ele. Está além das palavras...
Esta além...
domingo, 4 de dezembro de 2011
Flor de Lótus
Flor de lótus que me surpreende ao raiar do dia
Trás cheiro e cor
Luz e alegria
Um leve frescor de querer abraçar
Flor de lótus faz o tempo parar.
Quero te olhar e te ter ao meu lado
Tocar suas pétalas, te beijar.
Flor de lótus me faz acalmar.
Me prende em tua raiz
Me envolve em teu caule
Me deixa provar do néctar que nasce de você
Seu roxo rosado suavizado no ser
Flor de lótus sou seu beija flor
Seu bem querer.
Trás cheiro e cor
Luz e alegria
Um leve frescor de querer abraçar
Flor de lótus faz o tempo parar.
Quero te olhar e te ter ao meu lado
Tocar suas pétalas, te beijar.
Flor de lótus me faz acalmar.
Me prende em tua raiz
Me envolve em teu caule
Me deixa provar do néctar que nasce de você
Seu roxo rosado suavizado no ser
Flor de lótus sou seu beija flor
Seu bem querer.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Lembrança
Revirando caixas de um passado sorridentemente empoeirado
Sorrisos de lembrança
Meio homem
Meio criança
A poeira se fez como um casulo, um muro
Guardando o que foi bom
O cheiro da poeira
A sujeira
Os lábios que mordem um sorriso
Momentos em que você era eu
E o fim era nosso.
O que era preciso era só-rir...
Tiro um pouco da poeira
As caixas abertas trazem a lembrança
Revivem o momento
Mas não os trazem de volta.
Sorrisos de lembrança
Meio homem
Meio criança
A poeira se fez como um casulo, um muro
Guardando o que foi bom
O cheiro da poeira
A sujeira
Os lábios que mordem um sorriso
Momentos em que você era eu
E o fim era nosso.
O que era preciso era só-rir...
Tiro um pouco da poeira
As caixas abertas trazem a lembrança
Revivem o momento
Mas não os trazem de volta.
sábado, 12 de novembro de 2011
Sem sim, sem não
Pessoas
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Calor tufão
Dente com dente
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Chuva e um só zinho
Chuva me lembra você
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
sábado, 22 de outubro de 2011
Foda-se !!!
Tu, em minha vida vazia
Tudo em meu ser
foda-se eu
foda-me você
foda-se não somos
Foda-se não ser
O que achamos que somos...
O que parecemos ser.
Sem querer me fugiu
O que eu não queria ver
Não me acresceu, sumiu
Foda-se eu
Breu, breu, breu,
Num transe com o vazio
Eu transo com o momento
No cio
No ciclo do sentimento
Foda-se o argumento
Calo com o intervalo do tempo
Vivo o vazio do momento, senti-mento
La-mento
Foda-se,
É tempo, tempo, tempo
Ah, foda-se o tempo.
By: Ay Chastinet, Heder Novaes e Paulo Batista
Tu, em minha vida vazia
Tudo em meu ser
foda-se eu
foda-me você
foda-se não somos
Foda-se não ser
O que achamos que somos...
O que parecemos ser.
Sem querer me fugiu
O que eu não queria ver
Não me acresceu, sumiu
Foda-se eu
Breu, breu, breu,
Num transe com o vazio
Eu transo com o momento
No cio
No ciclo do sentimento
Foda-se o argumento
Calo com o intervalo do tempo
Vivo o vazio do momento, senti-mento
La-mento
Foda-se,
É tempo, tempo, tempo
Ah, foda-se o tempo.
By: Ay Chastinet, Heder Novaes e Paulo Batista
Com EXO
Preso na certeza do vão
No vazio da imperfeição
Na constante correção...
Vago pela imensidão
Com chuva ou não
Só, com a solidão.
Contato imediato
Natural o fato
Nato
Pacato
Acato aos seus pedidos
Rasgo seus vestidos
Já não estou vestido
Tenho como inspiração
A imensidão
E o vazio do não
O não...
No vazio da imperfeição
Na constante correção...
Vago pela imensidão
Com chuva ou não
Só, com a solidão.
Contato imediato
Natural o fato
Nato
Pacato
Acato aos seus pedidos
Rasgo seus vestidos
Já não estou vestido
Tenho como inspiração
A imensidão
E o vazio do não
O não...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Eu, não meu
O fogo que queima não é meu
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Chuva que Deus Manda
Chuva que Deus manda
Chuva que Deus dá
Manda, manda e desmanda...
Chove sem parar.
Vira riacho na favela
Do alto da sacada, lá está ela a observar
A chuva que cai sem parar
Castiga sem avisar.
E depois, dá lugar ao sol que queima gente
Sol queima, chuva seca, apaga, ameniza
Mas não diminui a dor da gente.
BY: Heder Novaes e Ytallo Barreto
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Sem amor
Já não vejo com meus olhos
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Afastamento
Afastamento
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Sem chão
Não
Não há perdão, pro não
Agora vivo do desprendimento
Des-prendimento
Só. Soando e ecoando,
Meu lamento
Me privo de mim
Te prendo assim, em mim, assim...
Da calma, nada resta...
O meu querer se esvai...
O seu querer... Seu querer?
Me muni com sua ausência
Seu ser...
Aparência...
No extremo da carência
Não pairo...
Abro asas, mas caio...
Não saio do chão...
Sem chão.
Não há perdão, pro não
Agora vivo do desprendimento
Des-prendimento
Só. Soando e ecoando,
Meu lamento
Me privo de mim
Te prendo assim, em mim, assim...
Da calma, nada resta...
O meu querer se esvai...
O seu querer... Seu querer?
Me muni com sua ausência
Seu ser...
Aparência...
No extremo da carência
Não pairo...
Abro asas, mas caio...
Não saio do chão...
Sem chão.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Lá, Mento
Cansei do laço...
Da mesmice do abraço
De tomar mais uma dose de solidão e outros tragos...
Trago em mim o novo
De novo, movo
Pra onde o novo, possa sim recriar...
Re-trocedi no tempo
Sem não-tardar momento
Sem re cem ti mento
No lamento
Lá-mento
Da mesmice do abraço
De tomar mais uma dose de solidão e outros tragos...
Trago em mim o novo
De novo, movo
Pra onde o novo, possa sim recriar...
Re-trocedi no tempo
Sem não-tardar momento
Sem re cem ti mento
No lamento
Lá-mento
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Agarro Particular
"NOIS TAVA NUNS AGARRO PARTICULAR"
Tentando e tentando se ajuntar
Era mão na coisa, coisa na coisa
Agarramento sem parar
Eu já num resistia
Já perdia a noção da hora do dia
Se fazia sol, se tinha lua ou se chuvia
Só queria me agarrar...
E ela toda fogosa
Bonita e formosa
Veio me provocar
Mordeu meus labís
Me deixou foi doidin...
E eu já arrastando ela pra um canto mais escuro
Ali na esquina do muro
Quando os homi veio nos avistar
Chegarum perto, perguntando o que suncedia
Ela se aquieto e eu dei logo a voz
Nada não colega, sou oficial.
Mostrei os documento e falei
Tava nuns beijin com minha amada
Ele bateu continência e se retirô.
Agente num instante se oiô
E logo vortou a safadesa
Era pega pega que era uma beleza...
Ai chegamo num lugar diserto...
Ela de mini saia...
Eu já esperto...
Peguei minha mão e meti por dentro da saia
Procurava, procurava... e nada de achar carcinha...
Aí ela me disse q não usava...
Foi aí q eu fiquei doido...
E la mermo fui feliz...
Isso já tem uns 10 meses...
Agora meus gemios nascerum...
Joenilson e eclebson
E ela...
Ah, ela continua fogosa...
Tentando e tentando se ajuntar
Era mão na coisa, coisa na coisa
Agarramento sem parar
Eu já num resistia
Já perdia a noção da hora do dia
Se fazia sol, se tinha lua ou se chuvia
Só queria me agarrar...
E ela toda fogosa
Bonita e formosa
Veio me provocar
Mordeu meus labís
Me deixou foi doidin...
E eu já arrastando ela pra um canto mais escuro
Ali na esquina do muro
Quando os homi veio nos avistar
Chegarum perto, perguntando o que suncedia
Ela se aquieto e eu dei logo a voz
Nada não colega, sou oficial.
Mostrei os documento e falei
Tava nuns beijin com minha amada
Ele bateu continência e se retirô.
Agente num instante se oiô
E logo vortou a safadesa
Era pega pega que era uma beleza...
Ai chegamo num lugar diserto...
Ela de mini saia...
Eu já esperto...
Peguei minha mão e meti por dentro da saia
Procurava, procurava... e nada de achar carcinha...
Aí ela me disse q não usava...
Foi aí q eu fiquei doido...
E la mermo fui feliz...
Isso já tem uns 10 meses...
Agora meus gemios nascerum...
Joenilson e eclebson
E ela...
Ah, ela continua fogosa...
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Saudade arde
E é por falta de palavras que eu escrevo
E no meu pensar te vejo
E te sinto no meu respirar..
Faço, não faço o que quero...
Ao menos espero
Não mais te contactar
E por falta do teu cheiro
Anseio pelo teu odor
Anseio pelo teu ardor
E por falta do sentir, ressinto ainda mais.
E por essa saudade
Talvez ainda presente...
Talvez ansiedade...
Sua vaidade me aprisiona.
E no meu colo se destrona
E no meu colo tão tarde
Sua saudade arde.
By: Heder Novaes e Ayala
E no meu pensar te vejo
E te sinto no meu respirar..
Faço, não faço o que quero...
Ao menos espero
Não mais te contactar
E por falta do teu cheiro
Anseio pelo teu odor
Anseio pelo teu ardor
E por falta do sentir, ressinto ainda mais.
E por essa saudade
Talvez ainda presente...
Talvez ansiedade...
Sua vaidade me aprisiona.
E no meu colo se destrona
E no meu colo tão tarde
Sua saudade arde.
By: Heder Novaes e Ayala
quinta-feira, 17 de março de 2011
Ele/ela/destino
Ele era só
Só solidão
Não era
Não queria
Ser era difícil
Fácil era não ser
Entregue ao nada
Desfrutava...
Ela era vazia
Dor e tormento
Tristeza e melancolia
Trocava a noite pelo dia
Mas não vivia
Só estava...
Sua presença não se fazia presente
Não queria mudar
Em uma tarde chuvosa ambos caminhavam na rua...
Rua deserta
Um olhar
Um sorriso
Um abraço
E o destino, se fazendo presente
Só solidão
Não era
Não queria
Ser era difícil
Fácil era não ser
Entregue ao nada
Desfrutava...
Ela era vazia
Dor e tormento
Tristeza e melancolia
Trocava a noite pelo dia
Mas não vivia
Só estava...
Sua presença não se fazia presente
Não queria mudar
Em uma tarde chuvosa ambos caminhavam na rua...
Rua deserta
Um olhar
Um sorriso
Um abraço
E o destino, se fazendo presente
quinta-feira, 10 de março de 2011
A noite sem Sol(idão)
Tão sem intenção
Só em meio a Multidão
Entre as outras vi você
Entrei em seus olhos
Ví seu ser
Corro meus olhos em seus detalhes
Percorro meu nariz pelos seus poros
Sem melodia definida
Nosso corpo falou a mesma língua
Sem acorde marcado, era dado o momento
Te contemplava a cada dança
Me completava a cada segundo passado...
O seu tempo, era nosso tempo.
Uma noite, um momento
No lamento do nascer do sol
Me despeço
Espero e peço uma outra vez...
Só em meio a Multidão
Entre as outras vi você
Entrei em seus olhos
Ví seu ser
Corro meus olhos em seus detalhes
Percorro meu nariz pelos seus poros
Sem melodia definida
Nosso corpo falou a mesma língua
Sem acorde marcado, era dado o momento
Te contemplava a cada dança
Me completava a cada segundo passado...
O seu tempo, era nosso tempo.
Uma noite, um momento
No lamento do nascer do sol
Me despeço
Espero e peço uma outra vez...
terça-feira, 1 de março de 2011
Sai e vai
Dados
Largados...
Sua idade sem (identidade)
E a proteção sem o (pro) perde a atenção
Só na (imagem) nação é que as coisas acontecem
Não haverão escolhas no fim do túnel
Só haverá saída...
Se (sai), só resta a partida...
Se (parte), só resta a ida.
Largados...
Sua idade sem (identidade)
E a proteção sem o (pro) perde a atenção
Só na (imagem) nação é que as coisas acontecem
Não haverão escolhas no fim do túnel
Só haverá saída...
Se (sai), só resta a partida...
Se (parte), só resta a ida.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Procura
Meticulosamente procurei...
Mas não o via.
Em vários cantos o mencionei...
Aparentemente ele não existia.
Ouvia o nome dele nas bocas da populaça
Mas ele não aparecia...
Fugi a sua procura
Mas ele se escondia...
Não sei se queria brincar
Perguntava, mas ele não respondia...
Me cansei a noite
Recomecei ao nascer do dia.
Tentava, procurava, andava
Onde ele estaria ?
Quando enfim parei o achei...
Era o amor que em mim se escondia.
Mas não o via.
Em vários cantos o mencionei...
Aparentemente ele não existia.
Ouvia o nome dele nas bocas da populaça
Mas ele não aparecia...
Fugi a sua procura
Mas ele se escondia...
Não sei se queria brincar
Perguntava, mas ele não respondia...
Me cansei a noite
Recomecei ao nascer do dia.
Tentava, procurava, andava
Onde ele estaria ?
Quando enfim parei o achei...
Era o amor que em mim se escondia.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Nó no Nada
Nada é como é
O que é, nada é
O que é que o nada é ?
O nada é que é!
É que o nada, não é.
É...
É que...
Não, não é.
O que é, nada é
O que é que o nada é ?
O nada é que é!
É que o nada, não é.
É...
É que...
Não, não é.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O que será o contrário do amor?
O contra- amor.
A contra gosto, posto que,
o oposto é controverso.
Verso, não verso. . .
O amor é contra o verso.
O amor é contra o tempo,
faz - se de momento.
Viaja pois é sentimento
Um momento, um lamento, dor.
Rimas bobas levam ao amor.
By: Ay e Heder.
A contra gosto, posto que,
o oposto é controverso.
Verso, não verso. . .
O amor é contra o verso.
O amor é contra o tempo,
faz - se de momento.
Viaja pois é sentimento
Um momento, um lamento, dor.
Rimas bobas levam ao amor.
By: Ay e Heder.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
N de Novo
Nesses vagos momentos
De pensamentos infundados
Um novo modo ou uma nova visão
Um colo e um carinho bastarão
Solo, só com o sol
Nova nota, nova melodia
Novo meiodia
Em meio ao novo, envelheço
E só um colo e um carinho
Só um tantinho de atenção
Bastarão pra me fazer bem
Pra me trazer o bem
E pra trazer o bem a ti também
De pensamentos infundados
Um novo modo ou uma nova visão
Um colo e um carinho bastarão
Solo, só com o sol
Nova nota, nova melodia
Novo meiodia
Em meio ao novo, envelheço
E só um colo e um carinho
Só um tantinho de atenção
Bastarão pra me fazer bem
Pra me trazer o bem
E pra trazer o bem a ti também
sábado, 15 de janeiro de 2011
Pequena
Um café, sem açúcar...
Uma taça de vinho, suave
Uns sorrisos...
Mais uma taça de vinho
Meias verdades dispersas.
O teu olhar, sobre o meu olhar.
Seus lábios me comendo com os olhos,
E meus olhos, devorando-te.
Hei de ver o que não via há tempos
No ar o que sobra é meu,
Seu cheiro, seu olhar,
Seu lar, seu eu...
Sou seu, seu eu, seu sorriso é meu.
É o fim da aventura
Pequena ternura
Em ti, pequena,
Quanta textura e ternura
Pura, serena e morena...
Como a lágrima que cai
A brisa que vai
E o sol que ao longe se esconde
Pra sorrir novamente amanhã.
Uma taça de vinho, suave
Uns sorrisos...
Mais uma taça de vinho
Meias verdades dispersas.
O teu olhar, sobre o meu olhar.
Seus lábios me comendo com os olhos,
E meus olhos, devorando-te.
Hei de ver o que não via há tempos
No ar o que sobra é meu,
Seu cheiro, seu olhar,
Seu lar, seu eu...
Sou seu, seu eu, seu sorriso é meu.
É o fim da aventura
Pequena ternura
Em ti, pequena,
Quanta textura e ternura
Pura, serena e morena...
Como a lágrima que cai
A brisa que vai
E o sol que ao longe se esconde
Pra sorrir novamente amanhã.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Sou ...
O ar
O marasmo que nem da pra imaginar
O desejo desperto
Entre lábios que se tocam
Entre o aperto e a folga
Roço em seu pelo
Sua pele me roça
O meu suor
Nu...
No nosso suor
Emaranhados de abraços
Em seus braços, pernas e SEXO.
Me perco em teu sexo
Te suplico piedade
Sou seu...
O marasmo que nem da pra imaginar
O desejo desperto
Entre lábios que se tocam
Entre o aperto e a folga
Roço em seu pelo
Sua pele me roça
O meu suor
Nu...
No nosso suor
Emaranhados de abraços
Em seus braços, pernas e SEXO.
Me perco em teu sexo
Te suplico piedade
Sou seu...
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