Um café, sem açúcar...
Uma taça de vinho, suave
Uns sorrisos...
Mais uma taça de vinho
Meias verdades dispersas.
O teu olhar, sobre o meu olhar.
Seus lábios me comendo com os olhos,
E meus olhos, devorando-te.
Hei de ver o que não via há tempos
No ar o que sobra é meu,
Seu cheiro, seu olhar,
Seu lar, seu eu...
Sou seu, seu eu, seu sorriso é meu.
É o fim da aventura
Pequena ternura
Em ti, pequena,
Quanta textura e ternura
Pura, serena e morena...
Como a lágrima que cai
A brisa que vai
E o sol que ao longe se esconde
Pra sorrir novamente amanhã.
sábado, 15 de janeiro de 2011
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gostei.
ResponderExcluirLindoooooooooooo.....
ResponderExcluirE almas que se reencontram nunca se perdem!
ResponderExcluirAproveito a visita para divulgar o blog www.mastigandoemsalvador.blogspot.com Um espaço com resenhas gastronômicas onde vc vai conhecr novas opções para visitar e poderá ainda compartilhar suas experiências conosco!
ResponderExcluir"grande" poema! :D
ResponderExcluir"Seus lábios me comendo com os olhos,"
ResponderExcluirCara! Isto excita!