quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sem chão

Não
Não há perdão, pro não
Agora vivo do desprendimento
Des-prendimento
Só. Soando e ecoando,
Meu lamento
Me privo de mim
Te prendo assim, em mim, assim...
Da calma, nada resta...
O meu querer se esvai...
O seu querer... Seu querer?
Me muni com sua ausência
Seu ser...
Aparência...
No extremo da carência
Não pairo...
Abro asas, mas caio...
Não saio do chão...
Sem chão.

2 comentários:

  1. É como eu já havia te dito, há dinamismo por aqui. E isso me prende. Me identifico com essas ideias rápidas, com essas frases curtas.
    Gosto muito da tua escrita, menino. De verdade.

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  2. Incrivel ver o resultado de uma simples conversa...ficou fantástico!

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