quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Pra que tanto amor?

Nunca se disse tanto essa palavrinha de quatro letras.
Será pela necessidade individual de atenção?
Será pela falta de um carinho específico, um toque, um olhar?
O amor é intrínseco...
Se ele existe mesmo, não necessitaria ser tão exacerbadamente citado.
Gasta...
Ficamos parecendo fies, clamando o nome do Senhor.
[Nada contra fies e nada contra o Senhor]
O que se vê cada vez mais é uma galera aparentemente segura de seu desapego com relacionamentos. E que ao mesmo tempo se mostra confusa, insegura e insatisfeita com os acontecimentos que elas mesmas provocam.
Contradição.
O tempo todo, todo tempo.
Aí as coisas perdem sentido, perdem seu real valor.
O que é amar então?
Pra que essa necessidade de amar?
E será que não existe uma pessoa que não tenha o direito de não querer ninguém...? Nem que seja por um tempo...
Sinceramente...
Confusões a parte, eu, sei que o amor ta em algum lugar guardado em mim. Se é mesmo que ele existe.
Mas ele é muito além da própria necessidade de querer-lo...
Está além dos gritos desesperados, dos que clamam por ele. Está além das palavras...
Esta além...

4 comentários:

  1. Muitoo bommm, e muito fofo tambem (como sempre) !! <333

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  2. "viver menino, morrer poeta.." ;)

    adoro o blog!
    e esse texto em especial. parabéns!

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  3. Esse é meu amigo... Um garnde Poeta!
    Lindo *-*

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  4. Explicar o amor?
    Quem disse.
    Tolice.
    Crendice.
    Bobice.
    Amor a gente sabe quando chega.
    E sente! :)

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