Revirando caixas de um passado sorridentemente empoeirado
Sorrisos de lembrança
Meio homem
Meio criança
A poeira se fez como um casulo, um muro
Guardando o que foi bom
O cheiro da poeira
A sujeira
Os lábios que mordem um sorriso
Momentos em que você era eu
E o fim era nosso.
O que era preciso era só-rir...
Tiro um pouco da poeira
As caixas abertas trazem a lembrança
Revivem o momento
Mas não os trazem de volta.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Sem sim, sem não
Pessoas
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Calor tufão
Dente com dente
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Chuva e um só zinho
Chuva me lembra você
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
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