quarta-feira, 19 de junho de 2013

Hino (Grito) Brasileiro

Ouviram do ipiranga gritos de protesto
De um povo heroico que cansou de se acomodar
E o sol da liberdade nasce no peito
Dos que buscam igualdade a todo instante
Aqui há, desigualdade
Mas a nossa realidade agora é outra
Pra alcançar a liberdade
Defendemos nosso direito até a morte

Ó pátria amada
Revoltada
Ofegante
Brasil, minha pátria desigual
De descaso e desamor o ódio cresce
Nosso futuro posto na sarjeta
Sem educação e saúde povo padece
O Gigante acordou e tem grandeza
Um grito, um coro uma voz, uma ação
Nossa união tem mais riqueza
Brasileiro tem amor pela nação

Terra Roubada
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó pátria amada
BRASIL

sábado, 13 de abril de 2013

O Beijo


Do seio escorre 
O desejo em forma de saliva
Língua, mão, nuca
E dente que estica.

Atiça a vontade do ero...
Espero, quero
Sou sincero em querer te morder
E lamber
O ejo vem no embalo
Agarro, amarro e vejo
Embalado no desejo
Eu clamo por um beijo
Que define o suor
Que afina o sabor
Que traduz o desejo
Que transborda amor

terça-feira, 2 de abril de 2013

Com-Passo


Quero tocar-te
Cada pelo, cabelo
Cada poro
Puro e insano

Tiramos os panos
Nus, nos encontramos
Pluralizamos o nosso eu

O que é meu
Seu, nosso
Simplesmente posso
Te achar

Na carência do abraço
Na ternura do laço
Com-passo
Seu compasso...

domingo, 17 de março de 2013

Capitã Sereia


Pés na areia
Coração em alto mar
Navegante em tempestade
Uma brisa há de alcançar


Meio capitã
Meio sereia
Tem a força de anciã
Tem os pés na areia


Passos dados
Horizontes conquistados
FeliCIDADESmil


Ela é força
Malicia, molecagem
Ela é do mar e do mundo
Ela é a coragem

quinta-feira, 7 de março de 2013

ResPIRAção



Vinho e só
Sozinho
Arrepio
Calor e carinho

Passa o dedo
Toque
Passa o tempo
Desfoque

Tato olfativo
Aguçado por olhos que degustam
Múltiplos sentidos
Todos se aguçam

Vastidão da visão
Corpo em chamas
Alucinação
Acaba o fôlego, res-PIRA-ação

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Flávia


Há de haver campos
Daqueles campos cheios de cordeiros...
Cobertos de flores
E com um degradê de cores....
Há de haver a paz que não aparentas...
A verdade que me orientas...
O sucesso que é nosso!
E que te faz feliz.
Aqui há calor e amor
Cor de sobra
E sorrisos mil
Que saem de você.
Você, só você há de perceber
O quão bela és
Maravilhosamente
Quando olhares pra si
E só quando o mundo deixar de existir
Seu semblante vai se esvair
E acabar com toda essa felicidade,
Flávia.

Parabéns, amiga!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sonhos de Açúcar



Que há de ser doce
Salgar de açucará
Pensei que fosse
só parar experimentar...

Como um biscoito quentinho
Saído do forno, morninho
Moreno,
Como a morena do mar...

De tanto comer o recheio
Mordo o dedo
Mordo o medo
Do doce acabar

Certa feita tive um sonho
Belezura. Loucura, colorindo em flor
Em que o mundo era de açúcar
E não pagavamos para andar...

Desses sonhos não se acorda
Não se come nem a borda
Desses sonhos de açúcar
A dieta é Observar...



Agradecimentos : 
 Yasmin Dantas/ Cleide Sales/  Sú virgens/ Najlla Mirelle Vaz/  Flávia Campos e Ayrane Lino

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval


Fome que nos come
Come meu dinheiro, seu dinheiro, o dinheiro dele
É uma fome tamanha
De pular, curtir, se esmurrar, se estapear.
Afinal, carnaval é pra liberar
Adrenalina... Amaralina...
Barra-Ondina
E o Campo Grande?
Longe de tudo e de todos
Há então, tradição
Pelourinho em festa
Profano, sagrado em união
Vamos profANALisar a indignação.
Misto, rito.
Cores, credos, amores
Beijos, amassos apertados
Roça roça, com bossa, axé
Sertanejo ou rock n roll
É um festival de novos amores
Ritmos, sabores
E em novembro a gente vê o resultado

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DEZ Ordem Ar


Desordenar
O ar, o mar
O bem estar há de desaflorar


Levemente o seu

Já desconfigura o meu
Prato que quebra
Desculpas

Ó de nada
Cor de nada
Coordenada
Ordenada

Olho que tudo sente
Mão que tudo vê
Ouvido que cheira língua
Boca que come com os olhos de quem é cego

E não ouviu...
Que o certo não é seu
Perdeu-se no meu eu
E se perdeu... Se perdeu.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dó-Ença


Que doença é essa?
Que consome o tempo e a coragem
Traz o medo
Rasga a seda e o vento
Que carência é essa?
Que estraga o trato
Traga o eu
Meu, querer...
Que fraqueza é essa?
Que só o silêncio há de entender.
Que vontade é essa?
Acesa e quente
Arde a mente, ardentemente...
Que frio é esse?
Vertigem, tontura, gastura...
Que incerteza é essa?
Que só se cura
Só se cura na ternura do seu beijo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Então há


Há então uma conexão
Um disse me disse
Um sim, um não
Uma incerta confusão nesse gostar

Brincando lentamente
Sinto seu afago a distancia
Observo a importância
De carinho te dar

La, há um lar
Bem perto,
Pertinho do mar,
Tão lindo de se admirar
Os sons que o vento há de nos mostrar

O tempo pára
O céu dispara
A lembrança acaba no tato
No ato de se gostar

Parceria mais que especial com: Isabel Veggi


domingo, 6 de janeiro de 2013

Perto Peito Meu


Durma peito meu
Durma medo perto
Durma perto meu
Perto do meu peito

Se seu lenço caiu
Ca há si-lenço
silenciosamente penso
Este sou mais eu.

Abro o braço
Laço o vento no aço
Compassadamente
Abraço

Ca ca fé fé
Reza gente de lá
Café na mesa
Esperança vai voltar.