Normalmente as coisas acontecem
Quando e como tem que acontecer
Na verdade nem me lembro
Se pensei em escrever
Dias, noites, claro, escuro.
Tudo natural...
Na verdade vejo que nada é tão igual.
O que era certo se perde fácil
O incerto num instante já não é habitual
O errado é repetido. Ele ja é normal.
Rotina, rostos, rastros, restos...
Só o que resta é esperar.
Tic tac em meio ao silêncio
Passos firmes para marcar
O tempo passa e vai, não sei pra onde
Mas será que ele vai voltar?
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Rumo
Lados, lestes, oestes
Uma indecisão.
Quero fugir, mas na verdade tô sem direção...
Na beira do mar, a margem do rio
Sinto o vento me guiar...
Me pego no vazio.
Hora sinto frio, as vezes um arrepio
Malmente saio do lugar...
A mente toma outras formas.
Tomo outros rumos.
Rumo em busca de algo que não vejo
No impulso por um bem maior
Ritmo, com-passo, perfeição
Nada por acaso, e se por acaso for
Vá sem medo!
Rumo... Logo logo durmo sem notar
Agora, hora de acordar.
Uma indecisão.
Quero fugir, mas na verdade tô sem direção...
Na beira do mar, a margem do rio
Sinto o vento me guiar...
Me pego no vazio.
Hora sinto frio, as vezes um arrepio
Malmente saio do lugar...
A mente toma outras formas.
Tomo outros rumos.
Rumo em busca de algo que não vejo
No impulso por um bem maior
Ritmo, com-passo, perfeição
Nada por acaso, e se por acaso for
Vá sem medo!
Rumo... Logo logo durmo sem notar
Agora, hora de acordar.
sábado, 1 de maio de 2010
Guarda eu, chuva
Em meio à tempestade, eu só seguro meu guarda chuva...
E caminho, contra o vento que sopra,
Vazio...
O guarda chuva não resiste à ventania...
Meu corpo se rende a chuva,
Fria...
Passos largos vão sendo esquecidos e reduzem pouco a pouco.
A chuva não cessa e o vendo enfraquece meus músculos.
Vago...
Paro no meu silêncio e na ausência ao meu redor...
Sinto seu abraço e tudo volta a ficar melhor...
Calor.
E caminho, contra o vento que sopra,
Vazio...
O guarda chuva não resiste à ventania...
Meu corpo se rende a chuva,
Fria...
Passos largos vão sendo esquecidos e reduzem pouco a pouco.
A chuva não cessa e o vendo enfraquece meus músculos.
Vago...
Paro no meu silêncio e na ausência ao meu redor...
Sinto seu abraço e tudo volta a ficar melhor...
Calor.
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