Preso na certeza do vão
No vazio da imperfeição
Na constante correção...
Vago pela imensidão
Com chuva ou não
Só, com a solidão.
Contato imediato
Natural o fato
Nato
Pacato
Acato aos seus pedidos
Rasgo seus vestidos
Já não estou vestido
Tenho como inspiração
A imensidão
E o vazio do não
O não...
sábado, 22 de outubro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Eu, não meu
O fogo que queima não é meu
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Chuva que Deus Manda
Chuva que Deus manda
Chuva que Deus dá
Manda, manda e desmanda...
Chove sem parar.
Vira riacho na favela
Do alto da sacada, lá está ela a observar
A chuva que cai sem parar
Castiga sem avisar.
E depois, dá lugar ao sol que queima gente
Sol queima, chuva seca, apaga, ameniza
Mas não diminui a dor da gente.
BY: Heder Novaes e Ytallo Barreto
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Sem amor
Já não vejo com meus olhos
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Afastamento
Afastamento
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Sem chão
Não
Não há perdão, pro não
Agora vivo do desprendimento
Des-prendimento
Só. Soando e ecoando,
Meu lamento
Me privo de mim
Te prendo assim, em mim, assim...
Da calma, nada resta...
O meu querer se esvai...
O seu querer... Seu querer?
Me muni com sua ausência
Seu ser...
Aparência...
No extremo da carência
Não pairo...
Abro asas, mas caio...
Não saio do chão...
Sem chão.
Não há perdão, pro não
Agora vivo do desprendimento
Des-prendimento
Só. Soando e ecoando,
Meu lamento
Me privo de mim
Te prendo assim, em mim, assim...
Da calma, nada resta...
O meu querer se esvai...
O seu querer... Seu querer?
Me muni com sua ausência
Seu ser...
Aparência...
No extremo da carência
Não pairo...
Abro asas, mas caio...
Não saio do chão...
Sem chão.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Lá, Mento
Cansei do laço...
Da mesmice do abraço
De tomar mais uma dose de solidão e outros tragos...
Trago em mim o novo
De novo, movo
Pra onde o novo, possa sim recriar...
Re-trocedi no tempo
Sem não-tardar momento
Sem re cem ti mento
No lamento
Lá-mento
Da mesmice do abraço
De tomar mais uma dose de solidão e outros tragos...
Trago em mim o novo
De novo, movo
Pra onde o novo, possa sim recriar...
Re-trocedi no tempo
Sem não-tardar momento
Sem re cem ti mento
No lamento
Lá-mento
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