Chuva me lembra você
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
Foda-se !!!
Tu, em minha vida vazia
Tudo em meu ser
foda-se eu
foda-me você
foda-se não somos
Foda-se não ser
O que achamos que somos...
O que parecemos ser.
Sem querer me fugiu
O que eu não queria ver
Não me acresceu, sumiu
Foda-se eu
Breu, breu, breu,
Num transe com o vazio
Eu transo com o momento
No cio
No ciclo do sentimento
Foda-se o argumento
Calo com o intervalo do tempo
Vivo o vazio do momento, senti-mento
La-mento
Foda-se,
É tempo, tempo, tempo
Ah, foda-se o tempo.
By: Ay Chastinet, Heder Novaes e Paulo Batista
Tu, em minha vida vazia
Tudo em meu ser
foda-se eu
foda-me você
foda-se não somos
Foda-se não ser
O que achamos que somos...
O que parecemos ser.
Sem querer me fugiu
O que eu não queria ver
Não me acresceu, sumiu
Foda-se eu
Breu, breu, breu,
Num transe com o vazio
Eu transo com o momento
No cio
No ciclo do sentimento
Foda-se o argumento
Calo com o intervalo do tempo
Vivo o vazio do momento, senti-mento
La-mento
Foda-se,
É tempo, tempo, tempo
Ah, foda-se o tempo.
By: Ay Chastinet, Heder Novaes e Paulo Batista
Com EXO
Preso na certeza do vão
No vazio da imperfeição
Na constante correção...
Vago pela imensidão
Com chuva ou não
Só, com a solidão.
Contato imediato
Natural o fato
Nato
Pacato
Acato aos seus pedidos
Rasgo seus vestidos
Já não estou vestido
Tenho como inspiração
A imensidão
E o vazio do não
O não...
No vazio da imperfeição
Na constante correção...
Vago pela imensidão
Com chuva ou não
Só, com a solidão.
Contato imediato
Natural o fato
Nato
Pacato
Acato aos seus pedidos
Rasgo seus vestidos
Já não estou vestido
Tenho como inspiração
A imensidão
E o vazio do não
O não...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Eu, não meu
O fogo que queima não é meu
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
Mas arde como meu
Já não pareço eu
Palpita o coração sem saber
O que devia ser
O que vai saber
Atendo ao pensamento que não dá
Faço sem avisar
Não posso mais parar
Quero o que não queria no momento atrás
Não raciocino mais
O corpo perde a paz
Tento entender o porquê
Já não sei pra que
Pago pra ver
Às vezes não quero ser
Mas é tanto por que
Acabo que fico sem entender
Só não vejo o que quero
Só não faço o que não espero
Só não sou
Só...
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Chuva que Deus Manda
Chuva que Deus manda
Chuva que Deus dá
Manda, manda e desmanda...
Chove sem parar.
Vira riacho na favela
Do alto da sacada, lá está ela a observar
A chuva que cai sem parar
Castiga sem avisar.
E depois, dá lugar ao sol que queima gente
Sol queima, chuva seca, apaga, ameniza
Mas não diminui a dor da gente.
BY: Heder Novaes e Ytallo Barreto
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Sem amor
Já não vejo com meus olhos
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
Já não são os mesmos de antes
O vento já não me toca como outrora
E agora, tudo é um tanto sépia
E às vezes meio cinza...
Não mais azul...
Se busco cheiro, não há.
Tento escutar o que não dá pra escutar...
Até a leveza do balanço do mar
Já não sinto.
Diariamente minto, pra mim mesmo.
Tudo é em vão
E as palavras, saem sem direção
O tocar é áspero
O bater do coração é tão silencioso
Tudo é tão sem tudo
E nada é sinônimo de alguma coisa
A falta é cada vez mais presente
E cada vez mais ausente é a sua presença
É nadar sem rumo
É andar em outra maré
Questionar-se sem necessitar
Só pela necessidade de questionar.
É ser contra, se contradizendo
É viver só de lamento
E de dor...
Pela falta do amor.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Afastamento
Afastamento
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
Afast -mo-mento
Afaste o sentimento de angustia...
A perda onipresente.
O presente que se perde
A falta de palavra
A calma que me falta quando é hora de observar
E parar...
Já é hora de parar de observar
E agir...
E se deixar ir e vir...
Só rir...
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