Devia, queria, podia...
Mas não fiz!
Quis, busquei ser feliz
Não coube, não cabia
Não dei atenção a quem chegava
Ignorei quem partia
Troquei a noite pelo dia
Não observei quanto custava
Me enchi no meu vazio
Me perdi
Me aqueci
Te aqueci no meu frio
Fui o que não sei
Sei que não sei
Não sei que não
Não que sei não...
Nada perde-se
Apreende-se
Apetece
Carece
sábado, 17 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Pra que tanto amor?
Nunca se disse tanto essa palavrinha de quatro letras.
Será pela necessidade individual de atenção?
Será pela falta de um carinho específico, um toque, um olhar?
O amor é intrínseco...
Se ele existe mesmo, não necessitaria ser tão exacerbadamente citado.
Gasta...
Ficamos parecendo fies, clamando o nome do Senhor.
[Nada contra fies e nada contra o Senhor]
O que se vê cada vez mais é uma galera aparentemente segura de seu desapego com relacionamentos. E que ao mesmo tempo se mostra confusa, insegura e insatisfeita com os acontecimentos que elas mesmas provocam.
Contradição.
O tempo todo, todo tempo.
Aí as coisas perdem sentido, perdem seu real valor.
O que é amar então?
Pra que essa necessidade de amar?
E será que não existe uma pessoa que não tenha o direito de não querer ninguém...? Nem que seja por um tempo...
Sinceramente...
Confusões a parte, eu, sei que o amor ta em algum lugar guardado em mim. Se é mesmo que ele existe.
Mas ele é muito além da própria necessidade de querer-lo...
Está além dos gritos desesperados, dos que clamam por ele. Está além das palavras...
Esta além...
Será pela necessidade individual de atenção?
Será pela falta de um carinho específico, um toque, um olhar?
O amor é intrínseco...
Se ele existe mesmo, não necessitaria ser tão exacerbadamente citado.
Gasta...
Ficamos parecendo fies, clamando o nome do Senhor.
[Nada contra fies e nada contra o Senhor]
O que se vê cada vez mais é uma galera aparentemente segura de seu desapego com relacionamentos. E que ao mesmo tempo se mostra confusa, insegura e insatisfeita com os acontecimentos que elas mesmas provocam.
Contradição.
O tempo todo, todo tempo.
Aí as coisas perdem sentido, perdem seu real valor.
O que é amar então?
Pra que essa necessidade de amar?
E será que não existe uma pessoa que não tenha o direito de não querer ninguém...? Nem que seja por um tempo...
Sinceramente...
Confusões a parte, eu, sei que o amor ta em algum lugar guardado em mim. Se é mesmo que ele existe.
Mas ele é muito além da própria necessidade de querer-lo...
Está além dos gritos desesperados, dos que clamam por ele. Está além das palavras...
Esta além...
domingo, 4 de dezembro de 2011
Flor de Lótus
Flor de lótus que me surpreende ao raiar do dia
Trás cheiro e cor
Luz e alegria
Um leve frescor de querer abraçar
Flor de lótus faz o tempo parar.
Quero te olhar e te ter ao meu lado
Tocar suas pétalas, te beijar.
Flor de lótus me faz acalmar.
Me prende em tua raiz
Me envolve em teu caule
Me deixa provar do néctar que nasce de você
Seu roxo rosado suavizado no ser
Flor de lótus sou seu beija flor
Seu bem querer.
Trás cheiro e cor
Luz e alegria
Um leve frescor de querer abraçar
Flor de lótus faz o tempo parar.
Quero te olhar e te ter ao meu lado
Tocar suas pétalas, te beijar.
Flor de lótus me faz acalmar.
Me prende em tua raiz
Me envolve em teu caule
Me deixa provar do néctar que nasce de você
Seu roxo rosado suavizado no ser
Flor de lótus sou seu beija flor
Seu bem querer.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Lembrança
Revirando caixas de um passado sorridentemente empoeirado
Sorrisos de lembrança
Meio homem
Meio criança
A poeira se fez como um casulo, um muro
Guardando o que foi bom
O cheiro da poeira
A sujeira
Os lábios que mordem um sorriso
Momentos em que você era eu
E o fim era nosso.
O que era preciso era só-rir...
Tiro um pouco da poeira
As caixas abertas trazem a lembrança
Revivem o momento
Mas não os trazem de volta.
Sorrisos de lembrança
Meio homem
Meio criança
A poeira se fez como um casulo, um muro
Guardando o que foi bom
O cheiro da poeira
A sujeira
Os lábios que mordem um sorriso
Momentos em que você era eu
E o fim era nosso.
O que era preciso era só-rir...
Tiro um pouco da poeira
As caixas abertas trazem a lembrança
Revivem o momento
Mas não os trazem de volta.
sábado, 12 de novembro de 2011
Sem sim, sem não
Pessoas
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
Sem cor, sem nomes
Sem roupas
Rótulos, sobrenomes
Carinho não escolhe endereço
Amor correspondido
Um terço, um berço
Mereço!
Quero o abraço escondido
Explicitar o beijo
Pêlo no pêlo
Desejo o teu desejo
Sem o medo dos dedos
Sem sim, sem não
Em muitos me vejo
Sozinho não.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Calor tufão
Dente com dente
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
Pele quente
Reluzente
Pele na pele
Poro no poro
Fogo ardente
Arde a pele
Fogo
Queima a pele
Sua pele
Na minha pele
Calma
Cala a alma
Acalma
Com a palma
Da mão
Fogo nos dedos
Calor tufão.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Chuva e um só zinho
Chuva me lembra você
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
Difícil de crer
Não para de ser...
Quero ser chuva no fundo do querer.
Como pregos a chuva cai
Martelando minha mente
Sigo e o tempo se esvai
Pacientemente.
Pacifica a mente segue
Com o vento frio
Que bagunça o cabelo e persegue, segue
E dá arrepio
Só Zinho...
Inhozinho só.
Não da dó da dó que dá
Chuva só que da, que da dó de ser sozinho...
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