Sem vontades ou sem pudor...
Na certeza de estar alí
Controlado pelo descontrole
Na vontade de seguir...
Faço eterno o meu lamento
Faço único cada momento
Na multidão sou só mais um...
Sou um livro aberto e escancarado
Mas as paginas, me recuso a passar...
Tenho a alma de um mendigo
Que bebe em mesa de bar...
Só te peço, beija flor
Nunca pare de me olhar...
Só te peço beija flor
Nunca pare de voar...
domingo, 18 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
A-Como-Dar
Mundos que passam em olhares famintos
Fome de mais, de mais amigos
Perdas vivas
Vidas inteiras perdidas
O claro que ofusca nossa visão
O que consumimos é só contramão
Caminhamos em vão
Na contramão
Com conforto e comodismo
Engolimos o que mastigaram para nós...
Andamos em bando
Mas vivemos sós...
No ar o excesso, o incerto, a poluição
Poluir a cabeça com tanta informação
Os olhos fechados
Todos controlados
O fim da criação
Sem imagem-na-ação.
Fome de mais, de mais amigos
Perdas vivas
Vidas inteiras perdidas
O claro que ofusca nossa visão
O que consumimos é só contramão
Caminhamos em vão
Na contramão
Com conforto e comodismo
Engolimos o que mastigaram para nós...
Andamos em bando
Mas vivemos sós...
No ar o excesso, o incerto, a poluição
Poluir a cabeça com tanta informação
Os olhos fechados
Todos controlados
O fim da criação
Sem imagem-na-ação.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Vai...!?
Normalmente as coisas acontecem
Quando e como tem que acontecer
Na verdade nem me lembro
Se pensei em escrever
Dias, noites, claro, escuro.
Tudo natural...
Na verdade vejo que nada é tão igual.
O que era certo se perde fácil
O incerto num instante já não é habitual
O errado é repetido. Ele ja é normal.
Rotina, rostos, rastros, restos...
Só o que resta é esperar.
Tic tac em meio ao silêncio
Passos firmes para marcar
O tempo passa e vai, não sei pra onde
Mas será que ele vai voltar?
Quando e como tem que acontecer
Na verdade nem me lembro
Se pensei em escrever
Dias, noites, claro, escuro.
Tudo natural...
Na verdade vejo que nada é tão igual.
O que era certo se perde fácil
O incerto num instante já não é habitual
O errado é repetido. Ele ja é normal.
Rotina, rostos, rastros, restos...
Só o que resta é esperar.
Tic tac em meio ao silêncio
Passos firmes para marcar
O tempo passa e vai, não sei pra onde
Mas será que ele vai voltar?
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Rumo
Lados, lestes, oestes
Uma indecisão.
Quero fugir, mas na verdade tô sem direção...
Na beira do mar, a margem do rio
Sinto o vento me guiar...
Me pego no vazio.
Hora sinto frio, as vezes um arrepio
Malmente saio do lugar...
A mente toma outras formas.
Tomo outros rumos.
Rumo em busca de algo que não vejo
No impulso por um bem maior
Ritmo, com-passo, perfeição
Nada por acaso, e se por acaso for
Vá sem medo!
Rumo... Logo logo durmo sem notar
Agora, hora de acordar.
Uma indecisão.
Quero fugir, mas na verdade tô sem direção...
Na beira do mar, a margem do rio
Sinto o vento me guiar...
Me pego no vazio.
Hora sinto frio, as vezes um arrepio
Malmente saio do lugar...
A mente toma outras formas.
Tomo outros rumos.
Rumo em busca de algo que não vejo
No impulso por um bem maior
Ritmo, com-passo, perfeição
Nada por acaso, e se por acaso for
Vá sem medo!
Rumo... Logo logo durmo sem notar
Agora, hora de acordar.
sábado, 1 de maio de 2010
Guarda eu, chuva
Em meio à tempestade, eu só seguro meu guarda chuva...
E caminho, contra o vento que sopra,
Vazio...
O guarda chuva não resiste à ventania...
Meu corpo se rende a chuva,
Fria...
Passos largos vão sendo esquecidos e reduzem pouco a pouco.
A chuva não cessa e o vendo enfraquece meus músculos.
Vago...
Paro no meu silêncio e na ausência ao meu redor...
Sinto seu abraço e tudo volta a ficar melhor...
Calor.
E caminho, contra o vento que sopra,
Vazio...
O guarda chuva não resiste à ventania...
Meu corpo se rende a chuva,
Fria...
Passos largos vão sendo esquecidos e reduzem pouco a pouco.
A chuva não cessa e o vendo enfraquece meus músculos.
Vago...
Paro no meu silêncio e na ausência ao meu redor...
Sinto seu abraço e tudo volta a ficar melhor...
Calor.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Estou... Fico! Vou...
Te quero espero
Pelo seu beijo, quero e espero
E nessa espera fico e vou
Fico parado, com o desejo que me congelou
Vou pra onde o desejo estiver
Estou e sou como você quiser
Confuso fico quando penso em agir
Sinto e penso que não posso mais fugir
Não penso e penso, não tem como resistir
Se fico ou quero já não estou mais aqui!
Ali ou cá, tudo não pára quando pára de girar...
Tudo passa quando não vejo o tempo passar.
O coração dispara, numa troca de olhar
Por um segundo pára, numa surpresa
Sem saber da grandeza dos que não gostam de esperar...
Os pequenos impacientes, nunca cansam de esperar...
Só o tempo, passado pro futuro vai curar...
Hã?
Só o passado tempo pro futuro vai curar...
Oi?
Só o passar do tempo, pra um futuro próximo
Faz o mundo girar
O problema acabar
E o danado do fim
Findar...
Pelo seu beijo, quero e espero
E nessa espera fico e vou
Fico parado, com o desejo que me congelou
Vou pra onde o desejo estiver
Estou e sou como você quiser
Confuso fico quando penso em agir
Sinto e penso que não posso mais fugir
Não penso e penso, não tem como resistir
Se fico ou quero já não estou mais aqui!
Ali ou cá, tudo não pára quando pára de girar...
Tudo passa quando não vejo o tempo passar.
O coração dispara, numa troca de olhar
Por um segundo pára, numa surpresa
Sem saber da grandeza dos que não gostam de esperar...
Os pequenos impacientes, nunca cansam de esperar...
Só o tempo, passado pro futuro vai curar...
Hã?
Só o passado tempo pro futuro vai curar...
Oi?
Só o passar do tempo, pra um futuro próximo
Faz o mundo girar
O problema acabar
E o danado do fim
Findar...
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Me deixa
Me deixa tocar um pouco o seu coração só para que eu sinta o quanto ele bate por mim
Se faça intensa assim, sem começo meio e fim.
Deixe meu desejo ecoar em seu ouvido
Escorrer pelo seu corpo
Correr pelos seus poros...
Consumir seu sono e vencer seu cansaço.
Pulsa em sintonia com o meu pulsar
Me encanta e me paralisa sem notar
Me tira desse tédio, me leva pra caminhar
No nascer do dia, o sol irá nos acordar
No compasso do seu sorriso
No balanço das ondas do mar...
O seu lugar
É meu lugar..
Se faça intensa assim, sem começo meio e fim.
Deixe meu desejo ecoar em seu ouvido
Escorrer pelo seu corpo
Correr pelos seus poros...
Consumir seu sono e vencer seu cansaço.
Pulsa em sintonia com o meu pulsar
Me encanta e me paralisa sem notar
Me tira desse tédio, me leva pra caminhar
No nascer do dia, o sol irá nos acordar
No compasso do seu sorriso
No balanço das ondas do mar...
O seu lugar
É meu lugar..
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