Mundos que passam em olhares famintos
Fome de mais, de mais amigos
Perdas vivas
Vidas inteiras perdidas
O claro que ofusca nossa visão
O que consumimos é só contramão
Caminhamos em vão
Na contramão
Com conforto e comodismo
Engolimos o que mastigaram para nós...
Andamos em bando
Mas vivemos sós...
No ar o excesso, o incerto, a poluição
Poluir a cabeça com tanta informação
Os olhos fechados
Todos controlados
O fim da criação
Sem imagem-na-ação.
domingo, 27 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nossa, mega-pisciano! ;)
ResponderExcluirNossa como meu amigo é intenso em suas palvras,oq vc ava fazendo quando escreveu esse ?
ResponderExcluirme segui amorr , fiz um novo blog :D
Das melhores! Lembrei Vanessa da Mata. rs
ResponderExcluirEsse seu jeito de "quebrar" as palavras...Piro!
ResponderExcluir