terça-feira, 29 de abril de 2014

Poema café expresso

Poema como café expresso
Precisa de segundos de inspiração
Num ato voluntário de regresso
Pura e quente concentração

Café meio amargo no inicio
Saudade que amarga
O adoçante vem como um remédio
Um vício que sossega

Só o açúcar trás paz
E revela o verdadeiro sabor do café
Aquele gostinho que ficou lá atrás
É o que dá energia pra ficar de pé


Deste café quero um pouco mais
Com poemas quentes, mornos
Doces e com chocolate
Amargos nunca mais

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