Tanta gente...
Música quente...
Um frenético pulsar...
Dançarinos no palco,
E na platéia, dois lábios a bailar...
No silencio da multidão enfervecida com o samba
O suor era nosso...
O corpo era um...
E a alma, suspirava...
E cada segundo era do tamanho do mundo...
E cada susto era o leve mais leve...
Levados pelo corpo...
E a noite era nossa...
Ao som dessa bossa
Sambar, sambei.
Você sambou.
Acordei pela manha com a sensação de que a noite não acabou.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
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Sem palavras, rs. Fantástico!
ResponderExcluirOi Heder!
ResponderExcluirÉ Incrível a facilidade que tem mostrar a doçura que tem atravéz da poesia.
Que continue sempre seguindo a sua estrada de palavras que encantam a todos.
Beijos de alguém que torce por vc,
Diane.
Me lembrou Pirigulino...não sei porque! rs
ResponderExcluirMe lembrou TOTAL Pirigulino...rs
ResponderExcluirFoi um pós-show? _
Aiiiiin!
Vooolta Pirigulino! #ALoka