quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Flávia


Há de haver campos
Daqueles campos cheios de cordeiros...
Cobertos de flores
E com um degradê de cores....
Há de haver a paz que não aparentas...
A verdade que me orientas...
O sucesso que é nosso!
E que te faz feliz.
Aqui há calor e amor
Cor de sobra
E sorrisos mil
Que saem de você.
Você, só você há de perceber
O quão bela és
Maravilhosamente
Quando olhares pra si
E só quando o mundo deixar de existir
Seu semblante vai se esvair
E acabar com toda essa felicidade,
Flávia.

Parabéns, amiga!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sonhos de Açúcar



Que há de ser doce
Salgar de açucará
Pensei que fosse
só parar experimentar...

Como um biscoito quentinho
Saído do forno, morninho
Moreno,
Como a morena do mar...

De tanto comer o recheio
Mordo o dedo
Mordo o medo
Do doce acabar

Certa feita tive um sonho
Belezura. Loucura, colorindo em flor
Em que o mundo era de açúcar
E não pagavamos para andar...

Desses sonhos não se acorda
Não se come nem a borda
Desses sonhos de açúcar
A dieta é Observar...



Agradecimentos : 
 Yasmin Dantas/ Cleide Sales/  Sú virgens/ Najlla Mirelle Vaz/  Flávia Campos e Ayrane Lino

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carnaval


Fome que nos come
Come meu dinheiro, seu dinheiro, o dinheiro dele
É uma fome tamanha
De pular, curtir, se esmurrar, se estapear.
Afinal, carnaval é pra liberar
Adrenalina... Amaralina...
Barra-Ondina
E o Campo Grande?
Longe de tudo e de todos
Há então, tradição
Pelourinho em festa
Profano, sagrado em união
Vamos profANALisar a indignação.
Misto, rito.
Cores, credos, amores
Beijos, amassos apertados
Roça roça, com bossa, axé
Sertanejo ou rock n roll
É um festival de novos amores
Ritmos, sabores
E em novembro a gente vê o resultado

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DEZ Ordem Ar


Desordenar
O ar, o mar
O bem estar há de desaflorar


Levemente o seu

Já desconfigura o meu
Prato que quebra
Desculpas

Ó de nada
Cor de nada
Coordenada
Ordenada

Olho que tudo sente
Mão que tudo vê
Ouvido que cheira língua
Boca que come com os olhos de quem é cego

E não ouviu...
Que o certo não é seu
Perdeu-se no meu eu
E se perdeu... Se perdeu.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Dó-Ença


Que doença é essa?
Que consome o tempo e a coragem
Traz o medo
Rasga a seda e o vento
Que carência é essa?
Que estraga o trato
Traga o eu
Meu, querer...
Que fraqueza é essa?
Que só o silêncio há de entender.
Que vontade é essa?
Acesa e quente
Arde a mente, ardentemente...
Que frio é esse?
Vertigem, tontura, gastura...
Que incerteza é essa?
Que só se cura
Só se cura na ternura do seu beijo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Então há


Há então uma conexão
Um disse me disse
Um sim, um não
Uma incerta confusão nesse gostar

Brincando lentamente
Sinto seu afago a distancia
Observo a importância
De carinho te dar

La, há um lar
Bem perto,
Pertinho do mar,
Tão lindo de se admirar
Os sons que o vento há de nos mostrar

O tempo pára
O céu dispara
A lembrança acaba no tato
No ato de se gostar

Parceria mais que especial com: Isabel Veggi


domingo, 6 de janeiro de 2013

Perto Peito Meu


Durma peito meu
Durma medo perto
Durma perto meu
Perto do meu peito

Se seu lenço caiu
Ca há si-lenço
silenciosamente penso
Este sou mais eu.

Abro o braço
Laço o vento no aço
Compassadamente
Abraço

Ca ca fé fé
Reza gente de lá
Café na mesa
Esperança vai voltar.