"NOIS TAVA NUNS AGARRO PARTICULAR"
Tentando e tentando se ajuntar
Era mão na coisa, coisa na coisa
Agarramento sem parar
Eu já num resistia
Já perdia a noção da hora do dia
Se fazia sol, se tinha lua ou se chuvia
Só queria me agarrar...
E ela toda fogosa
Bonita e formosa
Veio me provocar
Mordeu meus labís
Me deixou foi doidin...
E eu já arrastando ela pra um canto mais escuro
Ali na esquina do muro
Quando os homi veio nos avistar
Chegarum perto, perguntando o que suncedia
Ela se aquieto e eu dei logo a voz
Nada não colega, sou oficial.
Mostrei os documento e falei
Tava nuns beijin com minha amada
Ele bateu continência e se retirô.
Agente num instante se oiô
E logo vortou a safadesa
Era pega pega que era uma beleza...
Ai chegamo num lugar diserto...
Ela de mini saia...
Eu já esperto...
Peguei minha mão e meti por dentro da saia
Procurava, procurava... e nada de achar carcinha...
Aí ela me disse q não usava...
Foi aí q eu fiquei doido...
E la mermo fui feliz...
Isso já tem uns 10 meses...
Agora meus gemios nascerum...
Joenilson e eclebson
E ela...
Ah, ela continua fogosa...
segunda-feira, 18 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Saudade arde
E é por falta de palavras que eu escrevo
E no meu pensar te vejo
E te sinto no meu respirar..
Faço, não faço o que quero...
Ao menos espero
Não mais te contactar
E por falta do teu cheiro
Anseio pelo teu odor
Anseio pelo teu ardor
E por falta do sentir, ressinto ainda mais.
E por essa saudade
Talvez ainda presente...
Talvez ansiedade...
Sua vaidade me aprisiona.
E no meu colo se destrona
E no meu colo tão tarde
Sua saudade arde.
By: Heder Novaes e Ayala
E no meu pensar te vejo
E te sinto no meu respirar..
Faço, não faço o que quero...
Ao menos espero
Não mais te contactar
E por falta do teu cheiro
Anseio pelo teu odor
Anseio pelo teu ardor
E por falta do sentir, ressinto ainda mais.
E por essa saudade
Talvez ainda presente...
Talvez ansiedade...
Sua vaidade me aprisiona.
E no meu colo se destrona
E no meu colo tão tarde
Sua saudade arde.
By: Heder Novaes e Ayala
quinta-feira, 17 de março de 2011
Ele/ela/destino
Ele era só
Só solidão
Não era
Não queria
Ser era difícil
Fácil era não ser
Entregue ao nada
Desfrutava...
Ela era vazia
Dor e tormento
Tristeza e melancolia
Trocava a noite pelo dia
Mas não vivia
Só estava...
Sua presença não se fazia presente
Não queria mudar
Em uma tarde chuvosa ambos caminhavam na rua...
Rua deserta
Um olhar
Um sorriso
Um abraço
E o destino, se fazendo presente
Só solidão
Não era
Não queria
Ser era difícil
Fácil era não ser
Entregue ao nada
Desfrutava...
Ela era vazia
Dor e tormento
Tristeza e melancolia
Trocava a noite pelo dia
Mas não vivia
Só estava...
Sua presença não se fazia presente
Não queria mudar
Em uma tarde chuvosa ambos caminhavam na rua...
Rua deserta
Um olhar
Um sorriso
Um abraço
E o destino, se fazendo presente
quinta-feira, 10 de março de 2011
A noite sem Sol(idão)
Tão sem intenção
Só em meio a Multidão
Entre as outras vi você
Entrei em seus olhos
Ví seu ser
Corro meus olhos em seus detalhes
Percorro meu nariz pelos seus poros
Sem melodia definida
Nosso corpo falou a mesma língua
Sem acorde marcado, era dado o momento
Te contemplava a cada dança
Me completava a cada segundo passado...
O seu tempo, era nosso tempo.
Uma noite, um momento
No lamento do nascer do sol
Me despeço
Espero e peço uma outra vez...
Só em meio a Multidão
Entre as outras vi você
Entrei em seus olhos
Ví seu ser
Corro meus olhos em seus detalhes
Percorro meu nariz pelos seus poros
Sem melodia definida
Nosso corpo falou a mesma língua
Sem acorde marcado, era dado o momento
Te contemplava a cada dança
Me completava a cada segundo passado...
O seu tempo, era nosso tempo.
Uma noite, um momento
No lamento do nascer do sol
Me despeço
Espero e peço uma outra vez...
terça-feira, 1 de março de 2011
Sai e vai
Dados
Largados...
Sua idade sem (identidade)
E a proteção sem o (pro) perde a atenção
Só na (imagem) nação é que as coisas acontecem
Não haverão escolhas no fim do túnel
Só haverá saída...
Se (sai), só resta a partida...
Se (parte), só resta a ida.
Largados...
Sua idade sem (identidade)
E a proteção sem o (pro) perde a atenção
Só na (imagem) nação é que as coisas acontecem
Não haverão escolhas no fim do túnel
Só haverá saída...
Se (sai), só resta a partida...
Se (parte), só resta a ida.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Procura
Meticulosamente procurei...
Mas não o via.
Em vários cantos o mencionei...
Aparentemente ele não existia.
Ouvia o nome dele nas bocas da populaça
Mas ele não aparecia...
Fugi a sua procura
Mas ele se escondia...
Não sei se queria brincar
Perguntava, mas ele não respondia...
Me cansei a noite
Recomecei ao nascer do dia.
Tentava, procurava, andava
Onde ele estaria ?
Quando enfim parei o achei...
Era o amor que em mim se escondia.
Mas não o via.
Em vários cantos o mencionei...
Aparentemente ele não existia.
Ouvia o nome dele nas bocas da populaça
Mas ele não aparecia...
Fugi a sua procura
Mas ele se escondia...
Não sei se queria brincar
Perguntava, mas ele não respondia...
Me cansei a noite
Recomecei ao nascer do dia.
Tentava, procurava, andava
Onde ele estaria ?
Quando enfim parei o achei...
Era o amor que em mim se escondia.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Nó no Nada
Nada é como é
O que é, nada é
O que é que o nada é ?
O nada é que é!
É que o nada, não é.
É...
É que...
Não, não é.
O que é, nada é
O que é que o nada é ?
O nada é que é!
É que o nada, não é.
É...
É que...
Não, não é.
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