Descrita a anos, como desigual
Salvador hoje em dia, sofre do mesmo mal
Os anos, décadas e décadas passam e a beleza de uma cidade centenária é jogada no lixo, todos os dias!
O contraste social, cada vez mais gritante, é enfatizado pela falta de estrutura a qual salvador se encontra...
Uma cidade que cresce desordenadamente,
Se perde em crimes, mortes desnecessárias, dor...
Será essa a minha salvador?
Sinto falta da salvador de quando era criança,
A cidade minha, que não vivia sozinha esperando o sol baixar...
O sol queima numa cidade desigual, que usa o tão saudoso carnaval
Pra vender um falso valor...
Essa cidade necessita de mais amor...
Essa cidade cheia de brilho e luz, que conduz a sua, a minha, a nossa felicidade
por mais velha que seja, essa cidade não terá idade
e por mais dores que cause
Sempre será a terra da felicidade.
[Agradecimento a Francy Macêdo] =*
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Esse Mundo...
Esse mundo tão pequeno que se mostra cada vez menor
Faz das conhecidencias, destino, faz o acaso parecer melhor...
Esse mundo que gira e se faz de compasso, como o tempo que passa,
Como a força de um abraço, como a intensidade de um beijo.
Esse mundo só aumenta o meu ser, só multiplica o meu desejo
Esse mundo sedento de amor, esse mundo com sede de mudança
Esse mundo que se acomoda a cada dia que passa...
Esse mundo tão pequeno que encolhe a cada dia, a cada morte desnecessária
Esse mundo que deposita esperanças nos que nem ao menos tem uma educação para pensar em ser o futuro desse que é o mundo deles também.
Esse mundo que vive dizendo amém, mas nem pergunta: pra que? Por quê? Pra quem?
Esse mundo dos que cruzam os braços, e dos que sonham com um amanhã sem medo.
Aquele mundo que eu, você e todos vemos nas noticias de anos atrás, na esperança que volte.
Esse mundo, que é construído por mim, que é destruído por outros, e que será reciclado pelos que virão...
Esse mundo, mundinho, mundão.
Onde vive essa minha nação, onde o povo se mistura, se encontra, casa.
Esse mundo que me dá um par de asas e me faz voar para outros mundos...
Esse mundo que podemos fazer, que podemos ser, que podemos mostrar...
Esse mundo tá em todo lugar...
Faz das conhecidencias, destino, faz o acaso parecer melhor...
Esse mundo que gira e se faz de compasso, como o tempo que passa,
Como a força de um abraço, como a intensidade de um beijo.
Esse mundo só aumenta o meu ser, só multiplica o meu desejo
Esse mundo sedento de amor, esse mundo com sede de mudança
Esse mundo que se acomoda a cada dia que passa...
Esse mundo tão pequeno que encolhe a cada dia, a cada morte desnecessária
Esse mundo que deposita esperanças nos que nem ao menos tem uma educação para pensar em ser o futuro desse que é o mundo deles também.
Esse mundo que vive dizendo amém, mas nem pergunta: pra que? Por quê? Pra quem?
Esse mundo dos que cruzam os braços, e dos que sonham com um amanhã sem medo.
Aquele mundo que eu, você e todos vemos nas noticias de anos atrás, na esperança que volte.
Esse mundo, que é construído por mim, que é destruído por outros, e que será reciclado pelos que virão...
Esse mundo, mundinho, mundão.
Onde vive essa minha nação, onde o povo se mistura, se encontra, casa.
Esse mundo que me dá um par de asas e me faz voar para outros mundos...
Esse mundo que podemos fazer, que podemos ser, que podemos mostrar...
Esse mundo tá em todo lugar...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Descrever e me declarar, virou rotina,
Vicio descontrolado,
Controle perdido ou achado...
Realmente minhas palavras adentram sua mente,
É tanta palavra que às vezes a gente nem sente se ela tá sendo bem dita.
Procuro me resumir em simples versos
Procuro me abrir em curtas palavras
Tanto procuro que pouco acho.
A busca incansável chegou ao fim
Agora o que me importa é você junto a mim...
Todas as rimas podem ser feitas em esquinas, ou no botequim
Assim, com meras palavras,
Digo quem sou, ou demonstro o que dito ao meu respeito
Palavras voam, ecoam, somem...
Ações marcam e atitudes provam!
Vicio descontrolado,
Controle perdido ou achado...
Realmente minhas palavras adentram sua mente,
É tanta palavra que às vezes a gente nem sente se ela tá sendo bem dita.
Procuro me resumir em simples versos
Procuro me abrir em curtas palavras
Tanto procuro que pouco acho.
A busca incansável chegou ao fim
Agora o que me importa é você junto a mim...
Todas as rimas podem ser feitas em esquinas, ou no botequim
Assim, com meras palavras,
Digo quem sou, ou demonstro o que dito ao meu respeito
Palavras voam, ecoam, somem...
Ações marcam e atitudes provam!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Namore, se quiser...
Se não quiser pelos,
Namore um nadador...
Se tiver ciúmes,
Não namore um ator!
Se procura sempre a paz,
Vá a igreja, Lá achará um bom rapaz.
Se gosta de sentir dor,
Procure um lutador.
Se não queres maresia ao meio-dia,
Namore com dois homens por dia.
Se está de olho no galã da novelinha,
Veja se ele é bom de cozinha.
Se pensa em ser tratada como rainha,
Se quer status ou popularidade,
Tem os políticos e os ex-BBBs...
Se os seus dias arriscados são,
Só namorando um ladrão!
Sonha de mais?
Namora o padeiro!
Dorme de mais?
Namora o Travesseiro!
Bebe de mais?
Namora o Zeca Pagodinho!
Quer opinião?
Namora o Divã.
Quer um louco, inseguro, cheio de mistério, meio calado as vezes e com algumas coisas sem noção?
Oi, Tô aqui...
Se não quiser é só dizer que não.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Poema de um Louco Vagabundo
Se não quiser me querer
Acho que eu não quero mais nada
Poemas são lidos para multidões
Ou no deserto do Saara
Talvez boa parte do que eu escreva se perca na calçada.
Poemas de um louco vagabundo valem como uma cantada...
Resumo em simples textos o que penso e não faço,
Só quero por um fim a esse meu embaraço.
Só quero que saiba o quanto quero o seu abraço!
Quero olhar nos seus olhos,
Te dizer: Te Amo!
E sentir seus lábios...
Acho que eu não quero mais nada
Poemas são lidos para multidões
Ou no deserto do Saara
Talvez boa parte do que eu escreva se perca na calçada.
Poemas de um louco vagabundo valem como uma cantada...
Resumo em simples textos o que penso e não faço,
Só quero por um fim a esse meu embaraço.
Só quero que saiba o quanto quero o seu abraço!
Quero olhar nos seus olhos,
Te dizer: Te Amo!
E sentir seus lábios...
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Será isso Utopia?
Chão, se escorrega, desliza...
Paixão atiça e me instiga...
Falar de amor é rotina, viver de amor é sina.
Pobre daquela menina que me ouve cantar...
Cantando afugento, proseando prendo atenção...
Com poemas e versos dispersos causo encanto, fascinação.
Tristes ou não, meus versos não falam só de paixão...
Os clichês do amor se resolvem no colchão.
Ão, são, chão...
Me fixo ao chão com meus olhos e mãos para o céu...
Firmeza, e vontade de flutuar...
Pés no chão e a vontade de o céu tocar...
Será isso utopia?
Paixão atiça e me instiga...
Falar de amor é rotina, viver de amor é sina.
Pobre daquela menina que me ouve cantar...
Cantando afugento, proseando prendo atenção...
Com poemas e versos dispersos causo encanto, fascinação.
Tristes ou não, meus versos não falam só de paixão...
Os clichês do amor se resolvem no colchão.
Ão, são, chão...
Me fixo ao chão com meus olhos e mãos para o céu...
Firmeza, e vontade de flutuar...
Pés no chão e a vontade de o céu tocar...
Será isso utopia?
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
DesBejo
Dados os beijos ficam os beiços...
Lábios, mesmos os melhores lábios já não brilham como antes...
Mesmo as mais carnudas bocas já não queimam meu desejo...
Me aqueço com a vontade do seu beijo
Mordido pelo tempo, aproveito o ensejo
Peço mais que seu beijo no meio de muitos.
Muito peço seu beijo no meio do nada.
Me encontro sozinho, no último degrau desta escada,
querendo cair...
E lá do outro lado, até seu beijo que eu ganhei roubado,
me faz sorrir...
Lábios, mesmos os melhores lábios já não brilham como antes...
Mesmo as mais carnudas bocas já não queimam meu desejo...
Me aqueço com a vontade do seu beijo
Mordido pelo tempo, aproveito o ensejo
Peço mais que seu beijo no meio de muitos.
Muito peço seu beijo no meio do nada.
Me encontro sozinho, no último degrau desta escada,
querendo cair...
E lá do outro lado, até seu beijo que eu ganhei roubado,
me faz sorrir...
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